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	<title>Notícias | Escola AB Sabin</title>
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	<title>Notícias | Escola AB Sabin</title>
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		<title>Corpo e movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 18:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o corpo, as crianças se expressam, exploram os espaços, estabelecem relações, brincam e experimentam o mundo ao seu redor. Por meio dos gestos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="424">Com o corpo, as crianças se expressam, exploram os espaços, estabelecem relações, brincam e experimentam o mundo ao seu redor. Por meio dos gestos e dos movimentos, constroem formas de comunicação e manifestam emoções, curiosidades e descobertas. Na Educação Infantil, o corpo é uma das principais formas de linguagem da criança, sendo fundamental para o desenvolvimento da autonomia, da identidade e das interações sociais.</p>
<p data-start="426" data-end="990">Ao pular, correr, equilibrar-se, rolar e manipular objetos, as crianças vivenciam diferentes possibilidades corporais e ampliam suas experiências sensoriais e motoras. Essas vivências favorecem a formação de conexões neurais essenciais para o desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional. Estudos na área do desenvolvimento infantil indicam que o movimento está diretamente relacionado ao amadurecimento do sistema nervoso e à construção de habilidades fundamentais, como coordenação motora, equilíbrio, lateralidade, percepção corporal e orientação espacial.</p>
<p data-start="992" data-end="1659">De acordo com pesquisas em neurociência e psicomotricidade, as experiências corporais na infância contribuem para a organização do pensamento e para o desenvolvimento de funções executivas, como atenção, memória e planejamento. Autores como <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Jean Piaget</span></span> destacam que a criança constrói conhecimento a partir da ação sobre o ambiente, enquanto <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Henri Wallon</span></span> ressalta a importância do corpo e da emoção no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral. Nesse sentido, o movimento não é apenas uma atividade física, mas um elemento essencial para a construção do conhecimento e para a formação global da criança.</p>
<p data-start="1661" data-end="2122">Além disso, estudos contemporâneos na área da educação infantil e da motricidade infantil demonstram que a prática regular de atividades motoras favorece não apenas o desenvolvimento físico, mas também aspectos sociais e emocionais, como a cooperação, a autoconfiança, a resolução de problemas e a criatividade. A exploração ativa do ambiente permite que as crianças experimentem desafios, desenvolvam estratégias e ampliem suas possibilidades de ação no mundo.</p>
<p data-start="2124" data-end="2725">Para que o movimento cumpra seu papel educativo na Educação Infantil, é fundamental que o ambiente seja acolhedor, estimulante e organizado de forma intencional. Espaços amplos, seguros e diversificados, preferencialmente ao ar livre, possibilitam que as crianças se movimentem com liberdade, experimentem diferentes formas de brincar e explorem suas capacidades corporais. Ambientes que oferecem desafios físicos adequados à faixa etária, como circuitos motores, materiais variados e oportunidades de brincadeiras corporais, favorecem o desenvolvimento da autonomia, da criatividade e da curiosidade.</p>
<p data-start="2727" data-end="3075" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Assim, garantir tempo, espaço e oportunidades para o movimento na rotina da Educação Infantil significa reconhecer o corpo como protagonista do processo de aprendizagem. Ao brincar, explorar e se movimentar, a criança aprende sobre si mesma, sobre o outro e sobre o mundo, desenvolvendo-se de forma integral — física, cognitiva, emocional e social.</p>
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		<title>Educação infantil não é brincadeira e impacta no futuro para toda a vida</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/educacao-infantil-nao-e-brincadeira-e-impacta-no-futuro-para-toda-a-vida</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 13:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais e cuidadores almejam que, um dia, suas crianças se tornem adultos ativos, comprometidos, independentes, realizados, que saibam amar e que sejam cercados de pessoas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pais e cuidadores almejam que, um dia, suas crianças se tornem adultos ativos, comprometidos, independentes, realizados, que saibam amar e que sejam cercados de pessoas que os amem também. Mas essas competências não surgem de uma hora para outra nem resultam de ações somente na vida adulta. Trata-se de um processo formativo que se inicia muito antes do que se possa imaginar, na primeira infância, e que terá repercussões por toda a vida.</p>
<p>Imagine que cada criança está em plena expansão de seu cérebro, realizando bilhões de conexões por dia, adquirindo vocabulário, desenvolvimento motor, raciocínio lógico, descobrindo e aprendendo a administrar suas emoções. Nessa etapa, 90% de suas conexões neurais serão estabelecidas. Isso acontece na realidade de cada uma delas, mas em qual contexto ela está inserida? Qual o impacto dos estímulos e das relações que ela tem nessa fase inicial da vida? Será que é mesmo necessário investir em uma Educação Infantil séria e comprometida com a Primeira Infância ou a escola “para valer” só começa depois?</p>
<p>As pesquisas já responderam a essas questões e está mais do que na hora de nossa sociedade valorizar a etapa inicial de ensino, por se tratar de um período extremamente sensível ao aprendizado para todas as crianças.</p>
<p>O contexto favorável, com a presença e atuação direta de pessoas qualificadas para manejar situações cotidianas, o convívio com outras crianças, com a natureza, com materiais e um currículo vivo e ativo são elementos fundantes para uma infância plena. Segundo a Fundação Maria Cecília, “a ciência mostra que os efeitos positivos desses cuidados transcendem o período da infância, impactando condições de saúde, construção de vínculos afetivos, escolaridade e até mesmo oportunidades de trabalho na vida adulta. Investir no começo da vida de uma criança é investir no presente e no futuro de toda a sociedade.”</p>
<p>O Estado também já percebeu a importância de investir na Educação Infantil ao promulgar o Marco Legal da Primeira Infância, em 2016, selando o dever de estabelecer políticas públicas, planos e serviços para crianças de até seis anos, a fim de garantir seu desenvolvimento integral. Dessa forma, as crianças são sujeitos de direito, hoje.</p>
<p>Educação Infantil não é brincadeira! É tempo de aprender, e muito, por meio do brincar, linguagem principal da infância. Brincar, para a criança, é coisa séria e essa prática precisa ser privilegiada no fazer pedagógico.</p>
<p>A Educação Infantil é a base da escolarização, e por ser base, é chão, é fundação, é o momento em que se constituem as estruturas para todas as outras aprendizagens vindouras. Não, o ensino “para valer” não começa depois, ele já começou e, quanto antes as famílias e a sociedade perceberem isso, mais rapidamente caminharemos para uma melhora nas condições de vida e de desempenho das próximas gerações.</p>
<p><strong><em>*Silvia Adrião &#8211; </em></strong><em>Diretora Pedagógica da Escola AB Sabin e Coordenadora da Educação Infantil do Colégio Albert Sabin.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Férias na Escola: vivências e brincadeiras, de 1 a 12 de julho</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/ferias-na-escola-vivencias-e-brincadeiras-de-1o-a-12-de-julho</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 17:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a primeira quinzena de julho, a escola AB Sabin abre suas portas para a segunda temporada do Programa de Férias. Destinado a crianças de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a primeira quinzena de julho, a escola AB Sabin abre suas portas para a segunda temporada do Programa de Férias. Destinado a crianças de 1 a 5 anos, o programa oferece dias repletos de vivências e brincadeiras para os pequenos se divertirem e aprenderem em um ambiente acolhedor e seguro. Nesta edição, teremos shows com Cris Barulins, apresentação teatral com a Cia. Truks, brincadeiras com a Cia. Meu Corpo, Meu Brinquedo e contação de histórias com Marina Bastos.</p>
<p><strong>Detalhes do programa:</strong></p>
<p><em>Datas:</em></p>
<p>1ª semana: de 1 a 5 de julho<br />
2ª semana: de 8 a 12 de julho<br />
Quinzena: de 1 a 12 de julho</p>
<p><em>Horários:</em></p>
<p>Manhã: das 8h30 às 12h<br />
Tarde: das 13h às 16h30<br />
Integral: das 8h30 às 16h30 (com almoço e um lanche)</p>
<p><em>Valores:</em></p>
<p>Semanal:<br />
Meio período (alunos do Colégio AB Sabin/Albert Sabin): R$ 450,00<br />
Meio período (não alunos): R$ 550,00<br />
Período integral (alunos do Colégio AB Sabin/Albert Sabin): R$ 950,00<br />
Período integral (não alunos): R$ 1.050,00</p>
<p>Os interessados devem sinalizar a intenção de participar por meio deste link:  <a href="https://forms.office.com/r/PebtzySnfi">Clique aqui </a></p>
<p><strong>As vagas são limitadas.</strong></p>
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		<title>Infância – até quando vai?</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/infancia-ate-quando-vai</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 17:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mães e pais frequentemente me perguntam, mas até quando vai isso? Quando vai passar aquilo? Quando vai conseguir sozinho? Por que ainda acontece tal coisa? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mães e pais frequentemente me perguntam, mas até quando vai isso? Quando vai passar aquilo? Quando vai conseguir sozinho? Por que ainda acontece tal coisa? Jura que demora tanto?</p>
<p>Estou falando da infância. Até quando a criança vai querer mamar? Até quando vai precisar de ajuda para dormir? Até quando o chamará no banheiro? Até quando irá dizer que está com medo? Quando vai aprender a ficar quieta no restaurante? Até quando vai precisar de ajuda para se vestir? Até quando vou precisar ficar de olho do banho? Até quando vou ter acompanhar nas coisas? Quando vai deixar de pedir ajuda na lição de casa… Quando, quando?</p>
<p>Eu, mãe de adolescente, como quem vem do futuro, posso lhe garantir que a resposta para todas essas perguntas é: daqui a muito pouco tempo. Muito, muito pouco.</p>
<p>A gente vai ter um bebê por uns 730 dias, uma criança pequena por uns quatro quentes janeiros, uma criança curiosa e interessada por mais umas quatro apresentações de festa junina. E passou. E passa muito, muito rápido.</p>
<p>Depois, ficam as lembranças e a saudade daquele chorinho de colo, da noite que você passava velando o sono, do aviãozinho de colher na hora de comer, dos brinquedinhos escondidos no seu bolso, das histórias contadas ao pé da cama ou daquela tarde que lhe pedia atenção, “brinca comigo?”. Daqui a pouco, tudo isso terá passado. Tudo se tornará afetivas memórias que precisamos fechar os olhos para ativar. Logo, será uma pessoinha que cava sua individualidade, que necessita de espaço e que vai sair com pressa, muitas vezes, sem nem olhar para trás. E se fizermos tudo certo, é isso mesmo que vão querer, autonomia.</p>
<p>Então, mães e pais, aproveitem a infância de seus filhos com presença e muita paciência. É lindo vê-los crescer e ganhar asas, mas é muito, muito rápido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto da Silvia Adrião, Diretora Pedagógica da Escola AB Sabin, também publicado no <a href="https://marianakotscho.uol.com.br/criancas/infancia-ate-quando-vai.html">site UOL .</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O brincar heurístico</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/noticias/o-brincar-heuristico</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 16:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar sobre o brincar heurístico? Será que se trata de uma novidade no que se refere ao desenvolvimento de bebês e crianças [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar sobre o brincar heurístico? Será que se trata de uma novidade no que se refere ao desenvolvimento de bebês e crianças pequenas?<br />
A heurística diz respeito ao ato de inventar, fazer descobertas, investigar algo. O brincar heurístico está justamente relacionado com esses atos. Trata-se de uma abordagem pedagógica desenvolvida pelas educadoras britânicas Elinor Goldschmied e Sonia Jackson, que tem como cerne a exploração, a investigação, a liberdade e o estímulo ao imaginário infantil.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2318 size-medium" src="https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856-225x300.jpg 225w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856-768x1024.jpg 768w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856-1152x1536.jpg 1152w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856-1536x2048.jpg 1536w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/capa-scaled-e1677524096856.jpg 1920w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><br />
É por meio da brincadeira livre com objetos não estruturados, como pás, pegadores, folhas, pincéis, esponjas, pinhas, elementos da natureza e outros do uso do cotidiano, que a descoberta das coisas é feita pela criança. Ao contrário dos brinquedos fabricados que são prontos e já definem o brincar, esses objetos proporcionam uma infinidade de possibilidades de criação, de análise e de construção, contribuindo para múltiplas conexões e desenvolvimento da criança em sua totalidade.<br />
Não há uma única maneira de essa brincadeira acontecer nem tempo estipulado, a premissa é o encantamento das crianças. Para isso, o educador tem um papel fundamental na definição da intencionalidade ao planejar a organização do espaço e na seleção de materialidades qualificadas, que contemplem texturas diversas e que sejam um convite à exploração, ao imaginário, à pesquisa de largo alcance e de tudo que possa ser construído e transformado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2321" src="https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-300x225.jpeg 300w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-768x576.jpeg 768w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.absabin.com.br/wp-content/uploads/2023/02/heu-2-1-2048x1536.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Além disso, cabe a ele observar as explorações realizadas, a interação entre os pares, interpretar os fazeres, realizar possíveis intervenções, documentar os processos dos pequenos e, ao final da proposta, refletir sobre as possibilidades para dar continuidade às investigações realizadas.<br />
É como o tradicional “brincar dos quintais”, onde um graveto vira uma ponte, a espiga vira uma boneca e pedrinhas viram riscadores para desenhar nas ruas. Porém planejado, criado e vivido na intencionalidade educativa, o brincar em que as crianças criam e deixam marcas no espaço que povoam.<br />
Parece simples, mas essa é a grande revolução! A volta do brincar em sua grandeza, como cultura das infâncias, é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O desenvolvimento motor nos primeiros anos de vida</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/noticias/o-desenvolvimento-motor-nos-primeiros-anos-de-vida</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 11:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento motor ocorre desde os primeiros dias de vida e está ligado à maturação de aspectos biológicos, cognitivos e às interações com o mundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento motor ocorre desde os primeiros dias de vida e está ligado à maturação de aspectos biológicos, cognitivos e às interações com o mundo exterior. Trata-se de um processo complexo que envolve a construção de habilidades relacionadas aos âmbitos físicos, cognitivos, afetivos e sociais, ou seja, a criança nasce capacitada a realizações que progressivamente lhe permitem atingir o controle e o conhecimento de seu corpo. Entretanto, a qualidade de suas experiências impacta fortemente no desenvolvimento de tais habilidades.</p>
<p>Sendo a primeira infância a fase em que todas as estruturas estão se consolidando, é fundamental que a criança se depare com boas oportunidades que contribuam para o seu desenvolvimento integral.</p>
<p>Assim, desde que nascem, os pais devem proporcionar um ambiente rico em estímulos sensoriais, além de lançar desafios motores, de acordo com a idade de cada criança, por exemplo, incentivando-a com brincadeiras corporais, permitindo rolamentos, deslocamentos, o firmar-se etc. Nesse sentido, é fundamental que o espaço seja preparado com cuidado, a fim de garantir segurança e acolhimento nessas vivências. Quando maiores, propostas preferencialmente ao ar livre que envolvam correr, pular, subir, pegar, lançar, equilibrar, entre outras, por meio da ludicidade, além dos fazeres do dia a dia, favorecerão ganhos motores e o fortalecimento da autoestima.</p>
<p>É fundamental que esses momentos contem com a supervisão de um adulto, principalmente aos bem pequenos. Os avanços aparecerão progressivamente, de acordo com a repetição das execuções e a qualidade das intervenções. Assim, podendo arriscar, errar, acertar, fazer de outra maneira, pouco a pouco, os pequenos assimilam, acomodam e constroem repertórios motores que alicerçarão novos aprendizados.</p>
<p>Alguns marcos do desenvolvimento motor são referências utilizadas para saber se a criança está “dentro do esperado” para sua faixa etária, como sentar, engatinhar e andar. Mas é fundamental que se respeite o tempo de cada uma e, em caso de dúvida, deve-se buscar as orientações do(a) pediatra.</p>
<p>Por entender que é por meio do corpo que as crianças exploram o mundo, se expressam, estabelecem relações, produzem conhecimentos e reconhecem suas potencialidades, a nossa escola promove oportunidades ricas para que as crianças possam, nas brincadeiras e interações com seus pares, explorar e vivenciar um amplo repertório de movimentos. Com a ajuda das mais diversas linguagens (música, dança, jogos e brincadeiras), buscamos o desenvolvimento motor, a consciência corporal e descobertas de diversos modos de ocupação, atuação e uso do espaço com o corpo, em busca do desenvolvimento integral.</p>
<p>Em tempos em que as telas estão muito presentes, em que temos pouco ou nenhum espaço nos quintais e em que o sedentarismo é um risco presente, normalmente causado pelas condições impostas por uma vida frenética, nunca foi tão necessário falar sobre a importância do movimentar-se na infância. Aqui na escola, alternamos oportunidades de movimentação dirigidas, como brincadeiras de roda ou tradicionais da cultura infantil, com propostas não dirigidas, em que as crianças criam e se auto-organizam nas brincadeiras. Também recorremos à variação de ambientes para que a criança teste a potência de seu corpo e amplie seus movimentos. Para isso, oferecemos cenários enriquecidos de experiências, como o piso naturalmente desregular do bosque, com pedrinhas ou grama, e estimulamos o movimento de pedalar, por meio do uso livre e cotidiano de motocas e bicicletas que ficam à disposição das crianças. Não podemos deixar de mencionar também o ganho que há em ativar as funções motoras no meio líquido, como ocorre nas propostas em piscina.</p>
<p><strong><u>Referências Bibliográficas:</u></strong></p>
<p>&#8211; XAVIER, Juliana. A importância do desenvolvimento motor na primeira infância, 2018. Disponível em: <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/importancia-do-desenvolvimento-motor-na-primeira-infancia.%20Acesso%20em%2018%20nov.2022">https://portal.fiocruz.br/noticia/importancia-do-desenvolvimento-motor-na-primeira-infancia. Acesso em 18 nov.2022</a>.</p>
<p>&#8211; BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.</p>
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		<title>Educação inclusiva – Uma escola para todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 20:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A educação inclusiva passou a tomar força a partir da Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em 1990. Em seguida, a Declaração de Salamanca (1994) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação inclusiva passou a tomar força a partir da Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em 1990. Em seguida, a Declaração de Salamanca (1994) trouxe maior visibilidade para o movimento de educação das pessoas com deficiência. Em 2015, consolidou-se a Lei nº 13.146, com um conjunto de dispositivos destinados a assegurar e promover, em igualdade de condições com as demais pessoas, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência. Nessa trajetória normativa, os governos são incitados a adotar políticas inclusivas que garantam uma educação de qualidade para todos.<br />
Para além das leis, entendemos que as escolas, sem exceção, precisam estar preparadas para acolher as diferenças de qualquer ordem, em uma perspectiva de equidade, para que todos possam se desenvolver em plenitude, de acordo com a individualidade e a potencialidade de cada um.<br />
Vale destacar que a meta primordial da inclusão é a de não deixar ninguém fora da escola. Ela provoca uma mudança na perspectiva educacional, pois não se limita a ajudar apenas aqueles que apresentam dificuldades escolares, mas ampara todos os envolvidos no processo: professores, alunos, pessoal administrativo, funcionários. Com inspiração em Mantoan (1997), apreciamos a metáfora do caleidoscópio, tubo óptico no qual se vê uma imagem formada por um conjunto de pequenas pedras coloridas e agrupadas lado a lado e que, ao ser mexido, forma novas e diferentes figuras. Aplicada à educação, essa metáfora permite entender que as crianças se desenvolvem, aprendem e evoluem melhor em um ambiente rico de experiências variadas, sendo parte da sociedade onde vivem.<br />
Quando pensamos em inclusão no âmbito da Educação Infantil, destacamos que muitas vezes é a escola o primeiro palco das descobertas relacionadas a determinadas questões inclusivas, pois algumas características só passam a ser percebidas no contexto social. O autismo é um dos distúrbios comumente percebidos, a princípio, por meio do olhar atento dos professores. Para algumas famílias, características como brincar sozinha, apresentar rigidez frente a algumas situações e ter pouca ou nenhuma comunicação verbal podem ser vistas como imaturidade, timidez ou até mesmo “birra”. Com o ingresso da criança na escola, no contato com outros colegas, os profissionais percebem que há algo a ser investigado e, a partir do diálogo com a família, inicia-se uma trajetória investigativa junto a especialistas, como neuropediatras, fonoaudiólogos e psicólogos.<br />
Em outras situações, bastante raras, as crianças da faixa etária da Educação Infantil já chegam na escola com determinado laudo. Esses casos são menos comuns porque muitos diagnósticos só se fecham quando elas são mais velhas. No entanto, o que importa não é o diagnóstico em si, pois sua compreensão é o que faz toda a diferença para o estabelecimento de ações preventivas e efetivas que favoreçam o desenvolvimento da criança.<br />
Acreditamos que o contato próximo da escola com os especialistas que atendem às crianças que apresentam algum distúrbio de desenvolvimento seja fundamental para ambas as partes. Se por um lado o especialista colhe informações da criança acerca de suas potencialidades ou dificuldades no contexto de grupo e, assim, aprimora o trabalho terapêutico, por outro lado a escola se beneficia da partilha de estratégias usadas em terapia que, adaptadas ao universo escolar, podem auxiliar no processo de desenvolvimento da criança.<br />
Quanto à prática pedagógica inclusiva, diferentes estudos mostram que ela deverá ser constituída pela junção do conhecimento adquirido pelo professor ao longo de sua trajetória e sua disponibilidade para buscar novas formas de atuação docente, considerando a diversidade dos alunos e de suas características individuais. Essa flexibilização curricular deve englobar toda a prática pedagógica do professor, seja ele especialista ou não nos parâmetros da educação inclusiva.<br />
De acordo com a Constituição, a inserção de alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos, no ensino regular, nada mais é do que garantir o direito de todos à educação. O princípio democrático da educação para todos só se evidencia nos sistemas educacionais que se especializam em todos os alunos – não apenas nos alunos com deficiência –, o que provoca e exige da escola novos posicionamentos que levem a equipe gestora, os professores e os funcionários, com incentivo e apoio da comunidade, a aperfeiçoarem suas práticas. Não é uma tarefa simples, mas é um compromisso inadiável das escolas. Quanto às ações, a escola aberta para todos é uma grande meta que exige trabalho em muitas frentes para que se possa garantir um ensino de boa qualidade e consequentemente, inclusivo.<br />
Finalmente, sob o ângulo das perspectivas inclusivas, a consequência de melhorar as condições da escola é formar gerações mais preparadas para desfrutar a vida em sua plenitude, livremente, sem preconceitos ou barreiras.<br />
A construção da escola inclusiva desde a Educação Infantil implica pensar em seus espaços, tempos, profissionais, recursos pedagógicos etc. de modo a se ter sempre presente a possibilidade de acesso, permanência e desenvolvimento pleno também de alunos com deficiências, por meio da instituição de práticas pedagógicas pautadas na diversidade e nas características individuais.<br />
Dessa forma, escuta atenta, protagonismo infantil, flexibilidade curricular, formação continuada, intervenções precoces, trabalho em equipe, sentimento de pertencimento e crença nas potencialidades conquistadas na e pela diversidade são premissas supremas da educação inclusiva, nas quais a Escola AB Sabin fundamenta seu fazer pedagógico cotidianamente.</p>
<p>Por Susy Vieira de Souza<br />
Coordenadora pedagógica</p>
<p><em>Referências:</em><br />
Brasil, Política de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Especial. 2007. Acesso em 4 out. 2022.<br />
MANTOAN, M. T. E. Integração x Inclusão: Escola (de qualidade) para Todos. Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade – Leped/Unicamp, Agosto de 1993. Disponível em: http://www.lite.fae.unicamp.br/cursos/nt/ta1.9.htm. Acesso em 13 out. 2022.</p>
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		<title>A primeira biblioteca da criança – sugestões e reflexões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 17:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As narrativas permeiam a vida de todos nós, desde quando nascemos: por meio da canção de ninar, das cantigas infantis, das histórias contadas de boca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As narrativas permeiam a vida de todos nós, desde quando nascemos: por meio da canção de ninar, das cantigas infantis, das histórias contadas de boca e, mais tarde, da leitura dos livros. É pelas histórias que descobrimos outros lugares, criamos mundos imaginários, aprendemos assuntos diversos e construímos novos significados sobre a vida.</p>
<p>Em uma perspectiva mais específica, na infância, a leitura tem um papel fundamental, já que amplia o vocabulário, a visão de mundo, contribui para a formação de pensamento crítico, além de favorecer o desenvolvimento de um leitor e escritor proficiente.</p>
<p>Sabendo da potência do ato de ler, surge a dúvida: qual é o momento de investir na leitura? É importante ter livros em casa? Que tipos de livros são mais adequados para cada faixa etária?</p>
<p>O desenvolvimento do hábito e do interesse pela leitura é um processo, deve começar desde cedo, e alguns aspectos contribuem muito para isso, principalmente conviver em um “ambiente literário”, ou seja, em que a criança possa observar pessoas que leem, frequentar bibliotecas, feiras literárias e ter acesso a um acervo de livros de qualidade. Assim, montar uma minibiblioteca para as crianças é um recurso valioso para ampliar suas experiências leitoras.</p>
<p>Apesar da clareza de que “livro não tem idade”, alguns se mostram mais cativantes e efetivos, a depender da fase de desenvolvimento em que cada um se encontre. Seguem algumas sugestões para a composição da primeira biblioteca da criança:</p>
<p>&#8211; Para os bem pequenos, os livros de pano, os cartonados ou livros de materiais resistentes à água são bons formatos, pois além de despertarem a curiosidade, garantem uma experiência sensorial prazerosa.</p>
<p>&#8211; Não menos importantes que o conteúdo escrito, as imagens e ilustrações ampliam e desenvolvem o olhar artístico. Por isso, é interessante buscar uma literatura que amplie o repertório estético da criança com arte de qualidade e menos estereótipos.</p>
<p>&#8211; Livros que contam histórias com trechos que se repetem ou se acumulam são muito apreciados pelas crianças. Além disso, facilitam a memorização rapidamente, o que faz com que os pequenos se sintam autônomos por conseguirem “ler sem saber ler”. Ao tentar ajustar o falado ao escrito, façam relações sonoras com as letras registradas, isso também contribuirá no processo de alfabetização.</p>
<p>&#8211; Livros com rimas sempre são bem-vindos. As rimas trazem uma brincadeira com as palavras, ritmo e aproximam as crianças da estrutura e da beleza dos textos poéticos.</p>
<p>&#8211; Livros de pesquisa, atlas e publicações de caráter científico são preciosos! Com as facilidades da tecnologia, hoje as pesquisas acabam se restringindo, em sua maioria, às telas, o que nem sempre é bom, já que muitas fontes não são confiáveis. Os livros científicos são extremamente atraentes, pois além de curiosidades, geralmente trazem imagens reais dos temas abordados e geram grande encantamento.</p>
<p>&#8211; Os velhos e bons contos clássicos – literatura passada de geração a geração e que sempre está no topo da lista dos preferidos da infância – são boas oportunidades de tornar visível a conexão das experiências entre pais e filhos e resgatam a cultura infantil. Livro tem a ver com memória, com afeto. Compartilhar um livro ou história especial com os filhos é uma excelente forma de reviver e construir novas memórias afetivas.</p>
<p>&#8211; Tenha também livros que ampliem o conhecimento de mundo em relação à cultura, à vida e à riqueza de diferentes povos e etnias.</p>
<p>Enfim, pensar em uma pequena biblioteca de qualidade é ir muito além de comprar livros com “grandes ensinamentos”. É diversificar o acervo com um repertório que divirta, dê medo, frio na barriga, que aqueça o coração e fomente o pensamento.</p>
<p>Assim, com um acervo de qualidade, com a voz e o colo de adultos que lhes contem histórias, em um ambiente acolhedor e afetuoso, os pequenos guardarão boas memórias que contribuirão positivamente para a sua formação enquanto sujeitos e também futuros leitores.</p>
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		<title>“Educadores que nos inspiram: Emilia Ferreiro”</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/noticias/educadores-que-nos-inspiram-emilia-ferreiro</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 20:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas é um processo de construção pessoal.” (Emilia Ferreiro) Emilia Ferreiro é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas é um processo de construção pessoal.” (Emilia Ferreiro)</p>
<p>Emilia Ferreiro é uma psicóloga e pedagoga argentina que se dedicou a investigar os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e escrever.</p>
<p>Sob a orientação de Jean Piaget, que foi o precursor dos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo infantil e desenvolveu a Teoria Psicogenética do Conhecimento, Emilia realizou seu doutorado em Genebra e, em parceria com a pedagoga espanhola Ana Teberosky, escreveu a obra Psicogênese da Língua Escrita, que retrata todo o processo investigativo em que esteve imersa.</p>
<p>Em função dessa pesquisa, o aluno antes avaliado negativamente por escrever de uma maneira que até então parecia sem sentido, passou a ser visto como um ser pensante, que desvela e constrói o sistema de escrita por meio dos problemas que encontra em seu percurso de escritor/leitor e das hipóteses que levanta para resolvê-los. A criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo.</p>
<p>O impacto dessas ideias foi muito grande na educação brasileira, pois trouxe uma nova concepção sobre o sistema de ensino-aprendizagem da leitura e escrita, tornando-se uma referência teórica com relação à alfabetização a partir dos anos 1980.</p>
<p>Os estudos por ela realizados revolucionaram a forma de pensar a alfabetização, invertendo a lógica tradicional do ensino. O enfoque não era mais no ensino, tendo o professor como <em>transmissor</em>, mas sim na aprendizagem, garantindo ao aluno o papel de protagonista, como ser pensante, ativo. Desloca-se, assim, a ênfase do ensino para a aprendizagem, e as reflexões voltam-se a como a criança constrói suas hipóteses de escrita, de acordo com as situações que lhe são propostas.</p>
<p>É importante ressaltar que a obra de Ferreiro traz à luz uma teoria relacionada aos processos psicológicos da aprendizagem, com base nos aspectos cognitivos e interacionistas, voltada a como cada um aprende. Em nenhum momento, foi anunciada como método e jamais relacionada a sugestões de propostas didáticas de alfabetização.</p>
<p>Dentro dessa perspectiva, o papel do professor vai muito além de ensinar o ABC, cabe a ele ser mediador nos percursos de aprendizagem, na interação entre as crianças e no planejamento das situações problematizadoras que propiciem avanços na construção da base alfabética e do letramento.</p>
<p>Emilia Ferreiro é uma mulher que foi além de seu tempo. Por meio de sua pesquisa, abriu espaço para uma nova concepção do aprendizado da língua escrita. Trouxe um olhar generoso aos conhecimentos trazidos pelas crianças, saindo do julgamento de “o que ainda falta” e focando no que a criança já sabe, nas hipóteses que já construiu.</p>
<p>Trata-se de uma educadora que nos inspira, pois corrobora conceitos nos quais nossa escola se alicerça: a relevância do protagonismo das crianças, o respeito ao tempo e às individualidades, a força das trocas e das interações, o papel de um educador investigador, que exercita suas pesquisas cotidianas e, com olhar atento, planeja contextos para que práticas pedagógicas potentes promovam um ambiente rico em aprendizagem.</p>
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		<title>A importância da rotina para o desenvolvimento das crianças</title>
		<link>https://www.absabin.com.br/novidades/noticias/a-importancia-da-rotina-para-o-desenvolvimento-das-criancas</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leidyla Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 18:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para nós, adultos, é comum agendarmos compromissos e organizarmos a nossa rotina semanalmente, o que nos ajuda na realização dos nossos fazeres, seja pela organização [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.absabin.com.br/novidades/noticias/a-importancia-da-rotina-para-o-desenvolvimento-das-criancas">A importância da rotina para o desenvolvimento das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.absabin.com.br">Escola AB Sabin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para nós, adultos, é comum agendarmos compromissos e organizarmos a nossa rotina semanalmente, o que nos ajuda na realização dos nossos fazeres, seja pela organização mental, pela gestão de nossas funções ou até mesmo pelo conforto emocional que isso nos proporciona.</p>
<p>Com as crianças, não é muito diferente! Para elas, o estabelecimento de rotina colabora para o desenvolvimento da autonomia à medida que anteveem e se preparam para o que está por vir, criando habilidades necessárias para aprender a lidar com as solicitações sociais dos ambientes em que estão inseridas.</p>
<p>Saber o que vai acontecer e vivenciar a mesma dinâmica em alguns momentos gera estabilidade, o que proporciona segurança e tranquilidade.</p>
<p>A rotina é um elemento estruturante e corrobora a organização mental, além de ser um marcador temporal valioso. Por entender sua importância, a escola garante diariamente uma rotina rica em vivências. A retomada de o que acontecerá no dia sempre ocorre no início da jornada, em nossas rodas de conversa e acolhida, com a intenção de promover o conforto emocional fundamental para o bem-estar infantil e incluir a criança na organização das atividades, pois isso valoriza sua participação ativa na dinâmica escolar.</p>
<p>Partilhar e conhecer a rotina traz confiança e diminui a ansiedade, sobretudo para os pequenos, que, muitas vezes, ao se apropriarem dos contextos, dos espaços e dos tempos em que as propostas acontecem, passam a aceitar com mais naturalidade o inusitado, além de compreenderem que o período em que estão longe das suas famílias tem começo, meio e fim e pode ser prazeroso. Isso facilita até os momentos de despedida dos pais ou familiares na entrada da escola. Afinal, crescer, ter seu espaço, criar vínculos com outros adultos e ter seu grupo de amigos é parte de um processo saudável de desenvolvimento.</p>
<p>Quando as crianças compreendem como ocorre a organização do seu dia, entendem a importância da gestão do tempo de suas realizações e têm maior possibilidade de desenvolverem um senso de organização e responsabilidade, tudo dentro das demandas de cada faixa etária.</p>
<p>É importante lembrar que a rotina deve ser flexível. Sabemos que isso implica o estabelecimento de algumas regras, porém é fundamental que, ao planejar o cotidiano com e para as crianças, os adultos responsáveis contemplem propostas diversificadas, que acolham as singularidades de cada um, além de terem bom senso para avaliar as demandas que podem surgir.</p>
<p>Em casa, as crianças também devem ter uma rotina, pois viver em um ambiente organizado, com tarefas e vivências definidas, além dos benefícios já citados acima, contribuirá para um ambiente familiar harmonioso.</p>
<p>Criar a rotina junto com as crianças é uma forma de dar-lhes voz e faz delas corresponsáveis pelo cumprimento daquilo que for combinado, desde o estabelecimento de horários, a organização de espaços, os tempos de higiene e alimentação, até as escolhas das brincadeiras, dos livros a serem lidos ou mesmo a realização de pequenas tarefas que elas já consigam fazer sozinhas, como definir e separar o lanche ou organizar suas mochilas para o dia seguinte.</p>
<p>Tudo deve acontecer de forma orgânica e natural. A rotina vai ganhar complexidade ao longo do desenvolvimento das crianças, de acordo com a evolução social e cognitiva. Ao ocorrer dentro de ambientes afetuosos, a rotina fortalece relações, gera senso de colaboração e nutre a autoestima.</p>
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